Por que dados organizados, processos integrados e automação vêm antes de qualquer projeto de inteligência artificial.
Hoje, o assunto mais comentado nas empresas é a inteligência artificial. Mas, para Nilton Junior, fundador e CEO da ZoomHolding, grupo do qual a Ciel faz parte, o que decide quem vai se beneficiar dela não é o algoritmo:
Ele fala da infraestrutura do país: energia, data centers, conectividade. Nessa disputa, o Brasil tem boas cartas, como uma matriz energética com forte presença de fontes renováveis, o maior mercado digital da América Latina e um ambiente geopolítico relativamente estável. Mas a mesma lógica vale para a sua empresa.
A infraestrutura da empresa também precisa estar pronta
Assim como um país precisa de energia e conectividade para sustentar a IA, uma empresa precisa de uma base que a alimente. Na prática, essa base tem três camadas:
ERP: onde os dados ficam organizados.
A IA só é tão boa quanto a informação que recebe. Se os dados financeiros, comerciais e operacionais estão espalhados em planilhas e sistemas que não se conversam, qualquer projeto de IA começa com o pé atrás. Um ERP como o Odoo reúne tudo em um só lugar, e é ali que a inteligência passa a fazer sentido.
RPA: onde o trabalho repetitivo é executado.
A automação de processos tira das pessoas as tarefas de rotina, como lançar dados, conferir documentos e disparar cobranças, e libera o time para atividades que exigem análise e decisão.
IA: onde a decisão ganha velocidade.
Com dados confiáveis e processos automatizados, a IA consegue prever cenários, apoiar decisões e atuar dentro do dia a dia da operação.
Sem as duas primeiras camadas, a terceira vira só uma promessa.
Adotar IA não basta. É preciso aplicar com resultado
Um dos pontos mais importantes do artigo do Nilton vale para qualquer empresa, de qualquer tamanho:
“O desafio não está apenas na adoção da IA, mas na sua aplicação orientada a resultados, seja em geração de receita, eficiência operacional, redução de custos ou melhoria da experiência do cliente, sem perder de vista a viabilidade econômica.”
Antes de contratar uma ferramenta, vale se perguntar: qual problema do meu negócio isso resolve? Quanto vai custar mantê-lo funcionando? E como vou medir o retorno?
Atenção ao custo da nuvem
Outro alerta é sobre o custo. Muitos projetos começam pequenos e baratos e, ao crescer, esbarram em uma conta recorrente de infraestrutura em nuvem:
“O custo recorrente de infraestrutura em nuvem pode comprometer o retorno dos projetos em escala. Por isso, o planejamento estratégico, incluindo simulações e decisões entre cloud, on-premise ou modelos híbridos, torna-se essencial.”
Ou seja, decidir onde o seu sistema vai rodar é parte do projeto e não um detalhe técnico. É uma conta que precisa ser feita antes, e não depois, de a operação crescer.
Quem vai sustentar essa transformação
Nilton resume a questão para o país e para as empresas:
“A era de IA já é a nossa realidade consolidada. A disputa agora é de quem conseguirá sustentar essa revolução.”
Na Ciel, ajudamos empresas a construir essa base: dados organizados no ERP, processos automatizados e IA aplicada onde ela traz retorno de verdade.
Quer entender por onde começar na sua empresa? Fale com o nosso time.
